
O Hospital Mater Dei Salvador possui um Serviço de Oncologia completo que acolhe o paciente em toda a Jornada, integrando serviços ambulatoriais e toda a retaguarda hospitalar.
Além de equipes médicas de diversas subespecialidades da Oncologia, o atendimento prestado ao paciente é multiprofissional incluindo equipes de Enfermagem, Farmácia, Psicologia e Nutrição também especializadas nesse cuidado.
Estrutura ambulatorial:
06 consultórios dedicados
40 boxes de infusão individuais - mais conforto e privacidade para os pacientes
Retaguarda Hospitalar:
Emergência com pronto atendimento para pacientes oncológicos
UTI Oncológica
Centro cirúrgico de ponta, com Robótica
Radioterapia
Estrutura TMO - Transplante de Medula Óssea
Centro de Diagnóstico com PET-CT
Medicina Nuclear




A tomografia por emissão de pósitrons combinada com tomografia computadorizada (PET-CT) é uma técnica de diagnóstico por imagem avançada, que utiliza uma pequena quantidade de material radioativo injetado na corrente sanguínea, detectado por um scanner PET-CT, para produzir imagens detalhadas do corpo, permitindo a detecção de áreas com maior atividade metabólica, como tumores.
Na oncologia, essa técnica é amplamente utilizada para auxiliar no diagnóstico, avaliar a extensão do câncer e identificar metástases, bem como para planejar o tratamento de pacientes com câncer.
O PET-CT é particularmente útil para detectar câncer em estágios iniciais, avaliar a extensão do câncer e monitorar a resposta do tumor ao tratamento. A técnica também pode ser usada para guiar a biópsia, ajudando os médicos a localizar o tecido tumoral para a coleta de amostras.
O Laboratório de Patologia Clínica é o local onde são realizados exames de laboratório para ajudar no diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças, incluindo o câncer.
Na área da Oncologia, o laboratório de Patologia Clínica é responsável por realizar diversos testes que podem auxiliar no diagnóstico de tumores, como exames de sangue para identificar marcadores tumorais, bem como análises de amostras de tecido ou células obtidas por biópsia para avaliar características celulares, estruturas tumorais e para identificar mutações genéticas.
Esses testes de laboratório são usados em conjunto com outras informações clínicas para ajudar a determinar a presença, o estágio, o tipo e as características específicas do tumor, o que pode orientar a escolha do tratamento mais adequado para cada paciente. Além disso, o Laboratório de Patologia Clínica também é o responsável por monitorar pacientes com câncer, através da realização periódica de exames de sangue e análises de tecido para avaliar a eficácia do tratamento e identificar possíveis recidivas do câncer.
A radioterapia é um tratamento contra o câncer que utiliza radiações ionizantes de alta energia (como os raios X, por exemplo) para reduzir ou danificar células cancerígenas.
Pode estar associado a outros tratamentos como a cirurgia ou a própria quimioterapia, sendo usada tanto para cura, redução do tumor, como de forma paliativa, para alívio dos sintomas.
A quimioterapia é um dos principais tratamentos utilizados para combater o câncer.
É um tratamento sistêmico, realizado através de medicamentos administrados tanto por via oral quanto por via intravenosa, com o objetivo de destruir células cancerígenas de rápida multiplicação.
A cirurgia robótica é um tipo de cirurgia minimamente invasiva na qual o cirurgião controla braços robóticos através de um console. Ela oferece benefícios aos pacientes por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, como a diminuição da dor e do desconforto no pós-operatório, menor perda sanguínea durante a cirurgia e diminuição do tempo necessário de internação.
Tem múltiplas aplicações na área da oncologia, pode ser utilizada para remoção de tumores de difícil acesso com alta precisão, mantendo os benefícios previamente citados, associados ao procedimento.
O Transplante de Medula Óssea é um procedimento utilizado para substituir a medula óssea do paciente que não está funcionando adequadamente porque foi acometida por doenças, através do transplante de células-tronco do sangue para o paciente.
Essas células-tronco podem vir tanto do próprio indivíduo (transplante autólogo), quanto de um doador (transplante alogênico).
Na área da oncologia, pode ser indicado o TMO para pacientes que estão tratando leucemia, linfoma, mieloma múltiplo e mielodisplasia. A escolha desse procedimento depende de alguns fatores como: a necessidade de se realizar o procedimento, condições clínicas do paciente, idade e se há um doador compatível (no caso do transplante do tipo alogênico).



